sábado, 28 de novembro de 2009

A internet e o novo marketing cinematográfico

Os atores Taylor Lautner e Kristen Stewart em cena de "Lua Nova";
trailer do filme também registrou recorde de acessos

Muito interessante esta matéria publicada a respeito do novo hábito dos consumidores: selecionar o filme que irão ver através de trailers disponibilizados na internet.

Temos que pensar em novas estratégias de divulgação para os nossos filmes.

Trailer, à rede!!!



Trailer de "Lua Nova" registra número recorde de acessos

da Folha Online

O segundo filme da saga "Crepúsculo", "Lua Nova", bateu outro recorde na semana passada além de ter dominado as bilheterias em sua estreia pelo mundo. De acordo com a revista "Variety", o trailer do filme foi visto 32,6 milhões de vezes desde a última quarta-feira, o que representa um aumento de 63% em relação às visitas na semana anterior.
De acordo com a publicação, trailers de outros filmes que entraram em cartaz recentemente tiveram seus acessos alavancados na última semana, como "The Blind Side" e "Planet 51", além de "Ninja Assasin" e "Old Dogs", que entram em circuito comercial amanhã nos EUA.
De acordo com a "Variety", os dados mostram que as pessoas assistem aos trailes na internet antes de decidirem que filme irão ver no cinema.
Os números reproduzidos pela revista foram fornecidos pela Visible Measures.

Carro de Paulista estreia na TV Cultura dia 19/12/09 as 23h30


Pela primeira vez em exibição digital Full HD na televisão, estreiam em dezembro na TV Cultura o projeto TELEFILMES CULTURA.

Foram quatro filmes feitos especialmente para TV sob o suporte do PROAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Estado da Cultura, com coprodução com a Fundação Padre Anchieta.
Entre as produções selecionadas através de Edital Público está a nossa comédia juvenil CARRO DE PAULISTA, adaptação de Dagomir Marquezi e minha do famoso texto teatral de Mario Viana e Alessandro Marson, um divertido espetáculo que se tornou um "cult", sob a direção de Jairo Mattos, que se mantém em cartaz há seis anos em São Paulo.
Venha conhecer nosso quatro jovens que se aventuram a sair da ZL - a Zona Leste, num sábado à noite, para se aventurar a "pegar umas minas" nos jardins.
No elenco, Tadeu Pinheiro, Thiago Catelani, Rodolfo Valente e Fabio Neppo perseguindo Aline Abovsky, Carla Lamarca, Rachel Ripani, Gabi Vergani, ao lado de outros talentosos comediantes paulistas como Iara Jamra, Angela Dip, Eduardo Estrela, Vera Nunes, Renata Airoldi e a participação especialíssima da estonteante Gianne Albertoni.
Nossa equipe técnica contou com Katia Coelho, ABC, na direção de fotografia, Luis Rossi na direção de arte, Marcio Benites na cenografia, Rebecca Beolchi nos figurinos, Lia Camargo e Tide Borges, ABC, no som, edição de imagens e fcoordenação de finalização de Celia Freitas, edição de som e mixagem de Ricardo Reis e Miriam Biderman, ABC, divertida trilha musical de Rogério Naccache, produção executiva de Miriam Ou e Maria Ionescu. Tivemos as produtoras associadas: Dezenove Sons e Imagens, Sara Silveira e Sandra Helena Pedroso. Produção e direção de Ricardo Pinto e Silva, com realização da Zabumba Cinema e Video Ltda.

Apoio: Panasonic Brasil






quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Querido Estranho no Centro Cultural São Paulo




Meu filme Querido Estranho, de 2002, está sendo apresentado dentro do Ciclo Cinema Paulista um Recorte, iniciativa do Centro Cultural São Paulo, onde a produção cinematográfica do Estado de SP recente pode ser vista.
Nesta quinta-feira, dia 26/11, teremos nossa última apresentação dentro do Ciclo, as 18h15, com entrada franca. O CCSP fica na rua Vergueiro, ao lado da estação do Metro. Compareçam.


Daniel Filho e Ana Beatriz Nogueira.
Foto: Estevam Avelar

Estive acompanhado pela Diretora de fotografia Katia Coelho à sessão do último domingo, dia 22/11, e tive a surpresa de ver a efervecência deste Centro Cultural. A população realmente toma o CCSP por inteiro, ocupa e desfruta suas atrações. Nossa sessão estava lotada e na plateia a maioria era de pessoas de classes C e D, o que raramente acontece nos cinemas comerciais, hoje redutos das classes A e B. A reação do público ao filme não poderia ser melhor: risos e emoção. Uma alegria para um diretor ver seu filme comunicando suas intenções com a plateia.

À saída tivemos a surpresa de sermos chamados à cabine de projeção por Bene Silva, nosso companheiro do tempo da ECA- USP. Bene, atual projecionista do CCSP é funcionário aposentado da Escola de Comunicações e Artes da Usp, onde foi o montador de negativos de nossos primeiros curtas-metragens. Emoção também neste reencontro, agora que já comemoro 26 anos de formado.

Ricardo Pinto e Silva e Bene, na cabine de projeção do CCSP.
Foto: Katia Coelho.

A exibição é em 35mm e nosso filme poucas vezes é apresentado assim. Já pode ser visto no Canal Brasil e na TV Globo, atuais detentores dos direitos de exibição, ou ainda em DVD, nas melhores locadoras.
Depois foi a vez da Katinha e Bene, na cabine de projeção do CCSP.
Foto: Ricardo Pinto e Silva.

Veja a programação completa no site: http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_cinema.asp

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cultura é atividade econômica estratégica


Foto: Ricardo Pinto e Silva

Nesta manhã de quarta-feira, 25/11, estive na sede do BNDES no Rio de Janeiro, onde foi anunciado o novo programa Procult, que eleva a cultura a qualificação de atividade economica estratégica.
Em cerimônia que contou com a presença do Ministro da Cultura Juca Ferreira, diretores do BNDES e dirigentes de diversas intituições, sindicatos e associações culturais, além de produtores e realizadores, conhecemos em detalhes a nova estruturação do Procult.



Ministro Juca Ferreira discursa no evento. Foto de Ricardo Pinto e Silva.

BNDES reformula política para a economia da cultura e amplia para R$ 1 bilhão o apoio ao setor

25/11/2009

O diretor de inclusão social e crédito do BNDES, Elvio Gaspar, representando o presidente Luciano Coutinho, anunciou hoje, dia 25, ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, na sede do Banco, a ampliação do Procult. O programa, antes voltado apenas para o segmento do audiovisual, com dotação de R$ 175 milhões, agora conta com R$ 1 bilhão, a ser usado até o ano de 2012, incorpora novos instrumentos financeiros prioritários, como patrimônio histórico, música, jogos eletrônicos, fonográfico, editorial e dos espetáculos ao vivo.

Em sua nova fase, o PROCULT recebe o nome de Programa BNDES para o Desenvolvimento da Economia da Cultura – BNDES Procult, e amplia o alcance de sua política para o setor cultural.

A iniciativa faz parte de um processo iniciado ainda na gestão do ministro Gilberto Gil, conforme lembrou Gaspar, com o objetivo de reforçar o conceito de Economia da Cultura. O conceito, explicou o diretor, insere o setor no universo produtivo e gerador de emprego e renda.

“Hoje, estamos alterando a nossa política de Economia da Cultura, ampliando e revitalizando o Procult, atendendo a novos segmentos. E isto, porque consideramos a sugestão do próprio meio cultural, que nos dizia que o apoio através da Lei Rouanet era pouco. Somos fomentadores, e embora tenhamos avançado no nosso apoio ao patrimônio, com recursos administrativos, nós nos convencemos de que a Economia da Cultura precisava se auto financiar e ser encarada como negócio”, disse.

Corroborando sua fala, o ministro destacou a alegria de presenciar a iniciativa do Banco e constatou a presença dos representantes dos vários segmentos culturais como uma prova da mobilização em torno das novidades. “Precisamos deixar de lado aquele complexo que tão bem definiu Nelson Rodrigues, o complexo de vira-latas. A cultura brasileira tem hoje o papel já exercido pelo futebol, de exportar talentos. Isso, porque convivemos bem com a diversidade. Somos a esquina do mundo, o que nos tornou criativos. Isso nos dá uma complexidade tal que está sendo procurada lá fora por vários países. E o que o BNDES faz é apostar na nossa cultura.”

Com a mudança, além de abranger novos setores, o BNDES Procult passa a dispor de instrumentos financeiros diversificados e complementares: financiamento reembolsável (empréstimo), investimento de renda variável e apoio não reembolsável.

A dotação orçamentária de R$ 1 bilhão será distribuída pelos seguintes subprogramas: até R$ 500 milhões para o Procult – Financiamento; até R$ 200 milhões para o Procult – Renda Variável e até R$ 300 milhões para o Procult – Não Reembolsável.

Cerca de 90% da dotação é constituída por recursos próprios do BNDES, sendo os demais R$ 100 milhões referentes à renúncia fiscal prevista nas leis de incentivo (Lei Rouanet e Lei do Audiovisual).


BNDES Procult – Financiamento

Sua finalidade é oferecer crédito para os investimentos de empresas com sede e administração no Brasil, nos segmentos de audiovisual, jogos eletrônicos, editorial e livrarias, fonográfico e de espetáculos ao vivo. Essa modalidade visa suprir uma carência de oferta de crédito para o setor cultural e é o principal diferencial do BNDES como banco de desenvolvimento em relação aos tradicionais patrocinadores do setor cultural.

Dentre os investimentos que poderão ser objeto de financiamento pelo BNDES encontram-se:

Audiovisual (cinema, TV, novas mídias)
• implantação, modernização, expansão e reforma de salas de projeção de obras audiovisuais no Brasil;
• implantação, modernização e expansão da infraestrutura necessária para a produção, pós-produção e projeção de obras audiovisuais cinematográficas no país; e
• desenvolvimento e implantação de novos modelos de negócios para a comercialização, especialmente em novas mídias, de obras audiovisuais brasileiras independentes e de conteúdo digital brasileiro, inclusive jogos eletrônicos;
• produção e coprodução de obras audiovisuais brasileiras;
• desenvolvimento de conteúdo audiovisual digital brasileiro para novas mídias, inclusive jogos eletrônicos;
• distribuição, divulgação e comercialização de obras audiovisuais brasileiras, de conteúdo audiovisual digital brasileiro para novas mídias, inclusive jogos eletrônicos brasileiros, no País e no exterior;
• distribuição, divulgação e comercialização de obras audiovisuais no país por distribuidoras brasileiras independentes;
• programação e empacotamento de conteúdo audiovisual.

Editorial
• produção de planos editoriais de conteúdo técnico, cultural e humanístico, inclusive adaptação de obras editoriais para comercialização em novas mídias;
• distribuição, divulgação e comercialização de edições de obras brasileiras no país e no exterior e de obras estrangeiras no país;
• desenvolvimento de novos modelos de negócios para a comercialização de obras editoriais em novas mídias; e
• implantação, modernização e expansão de editoras e livrarias no país.

Fonográfico
• produção de obras fonográficas brasileiras;
• distribuição, divulgação e comercialização de obras fonográficas brasileiras no país e no exterior;
• aquisição de direitos relacionados a obras fonográficas brasileiras;
• implantação, modernização e expansão da infra-estrutura necessária para a produção de obras fonográficas no Brasil; e
• desenvolvimento e implantação de novos modelos de negócios para a comercialização de obras fonográficas brasileiras, inclusive adaptação para comercialização em novas mídias.

Espetáculos ao Vivo (música, teatro, dança)
No BNDES Procult – Financiamento, considerando a relevância e a prioridade do setor da economia da cultura para o BNDES, o custo financeiro total é um dos menores praticados pelo Banco: TJLP (hoje igual a 6% ao ano) acrescida da taxa de 1,0% a.a. para micro, pequenas e médias empresas. Para as grandes empresas, o custo financeiro é de 7% ao ano acrescido de uma taxa de 2,0% a.a.

O financiamento mínimo para apoio direto é de R$ 1 milhão e pode chegar a até 100% dos itens financiáveis, exceto para grandes empresas, cujo limite é de até 80% dos itens financiáveis.

Para projetos que desenvolvam novos produtos e criem obras originais brasileiras, há uma grande novidade: uma taxa fixa e única de 4,5% a.a., equiparando-se ao custo das linhas de inovação. O prazo do financiamento pode chegar a 8 anos, incluindo carência.

As operações do BNDES Procult – Financiamento poderão, também, ser repassadas pela rede de agentes financeiros credenciados pelo BNDES.


BNDES Procult – Renda Variável

Destina-se a investimentos, por meio de participação acionária da BNDESPAR, em projetos e planos de negócios em todos os segmentos apoiados, assim como em operações de reestruturação (financeira e societária) de empresas brasileiras sob controle de capital nacional, inclusive fusões e aquisições. A atuação da BNDESPAR, braço de participações do BNDES, é sempre transitória e minoritária.
Podem ser apoiadas também as operações de reestruturação financeira e societária, de empresas brasileiras sob controle de capital nacional, inclusive fusões e aquisições de outras empresas e/ou de carteiras de clientes.
As inversões em Fundos de Investimento Cultural e Artístico – FICARTs, a exemplo das já efetuadas hoje em Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional – FUNCINEs, passarão a constituir também opções de aplicação de renda variável dos recursos do BNDES Procult para os demais setores.
Continuarão sendo promovidos anualmente os editais para a produção e finalização de filmes nacionais. Os filmes selecionados são apoiados por meio da aquisição de certificados de investimento audiovisuais e conferem ao BNDES uma receita de royalties sobre os seus resultados.
No BNDES Procult – Renda Variável, o BNDES pode utilizar a renúncia fiscal prevista na Lei do Audiovisual ou recursos operacionais próprios.


BNDES Procult – Não Reembolsável


O foco estratégico da ação não reembolsável do BNDES continua sendo a preservação e revitalização do patrimônio histórico brasileiro, com foco na restauração de monumentos, revitalização de centros históricos e preservação de acervos. Com essa ação, o BNDES visa promover tanto a preservação da memória nacional como o desenvolvimento econômico, com a dinamização do ambiente urbano e do turismo.

Poderão ser desenvolvidas ainda ações estruturantes voltadas para o desenvolvimento das cadeias produtivas da Economia da Cultura.

Os recursos não reembolsáveis do BNDES Procult – Não Reembolsável podem ser provenientes de renúncia fiscal com base na Lei Rouanet, além de dinheiro próprio do BNDES, oriundo de seu Fundo Cultural.


A primeira projeção de Dores & Amores

Sede da Labocine, onde ocorreu a projeção de Dores & Amores.
Foto: Ricardo Pinto e Silva

Nesta terça feira, 24.11.09, tivemos a primeira exibição da comédia Dores, Amores & Assemelhados. Foi uma sessão de trabalho para mim e para a editora de imagem Celia Freitas, a fim de checarmos a qualidade da imagem de todos os planos selecionados e incluídos em nossa montagem final. E contamos com a presença de dois convidados, os atores Kiara Sasso, que vive a protagonista Julia, e Raul Veiga, que interpreta o galã da telenovela Vidas Sem Rumo, Leonardo. A novelinha é uma mania de todos os personagens do filme, que a seguem com atenção.

Ficamos muito felizes com a projeção de nosso filme em tela grande, nas dependências da Labocine, no Rio de Janeiro. E aprovamos a montagem final. Agora partimos para a edição de som, a composição da música, a cargo de Andre Moraes, e ainda teremos uma caminhada que passa pelo color grading e transfer, ou seja, a correção de cores e a transferencia dos arquivos de imagens full HD para pelicula 35mm. A mixagem do filme acontecerá em Lisboa, por conta da nossa coproduçao com a produtora Filmes Fundo e do Edital Luso-brasileiro, um dos nossos financiadores.

O filme foi selecionado pelo Programa Cultural Petrobras, pelo Programa de Fomento ao Cinema Paulista, com incentivo da Sabesp e pelo ProaC - Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado de Cultura de São Paulo.

sábado, 7 de novembro de 2009

Anselmo Duarte, vencedor da Palma de Ouro, morre em SP


Nem sempre as notícias podem ser boas mas é nosso dever render a devida homenagem a um dos maiores talentos do cinema brasileiro: Anselmo Duarte. Reproduzimos a noticia publicada hoje em função de sua perda. Ficam os filmes. Retrospectiva já. Saudades.

In: estadao.com.br
Niels Andrea/AE
O diretor Anselmo Duarte é o único brasileiro que recebeu a Palma de
Ouro, de Cannes


SÃO PAULO - O diretor e ator Anselmo Duarte morreu aos 89 anos devido a complicações de um AVC na madrugada deste sábado, 7. Anselmo estava internado, em coma, no Hospital das Clínicas, em São Paulo, desde o começo do mês devido ao acidente vascular. Em agosto deste ano, o artista já havia sofrido um enfarte agudo do miocárdio de grau moderado.

Além de ter sido um dos maiores galãs do cinema nacional, Anselmo dirigiu O Pagador de Promessas, o único filme brasileiro que conquistou a Palma de Ouro de 1962 no Festival de Cannes, na França, um dos mais importantes do mundo, e do qual foi membro do júri em 1971. O Pagador de Promessas, baseado em peça de Dias Gomes, também foi finalista do Oscar do ano. O filme tem um elenco de astros e estrelas do cinema nacional que despontavam nos anos 60, como Leonardo Villar, Glória Menezes, Norma Bengell, Dionísio Azevedo, Othon Bastos, Geraldo del Rei, Antonio Pitanga e outros.

O cineasta que nasceu na cidade de Salto, no interior de São Paulo,começou sua carreira no cinema com ator, ao se mudar para o Rio de Janeiro, nos anos 40. Atuou em várias produções da Atlântida, como Carnaval no Fogo, uma comédia musical sobre um plano de assalto ao Copacabana Palace, em que contracenava com Oscarito e Grande Otelo, além de assinar o argumento do filme. Fez também Aviso aos Navegantes, sobre uma companhia teatral excursionando em navio luxuoso, em que atuou com a mesma dupla em filme de igual diretor: Watson Macedo. Foi com Macedo que ele aprendeu a dirigir e escreveu roteiros e argumentos.

O galã fez carreira também na Vera Cruz paulista, contracenando com Tônia Carreiro em Tico-Tico no Fubá. Fez uma comédia de sucesso em 1957 com Dercy Gonçalves, Absolutamente Certo. Atuou ainda em Apassionata e Veneno, entre outros.

Depois da consagração internacional de O Pagador de Promessas, Anselmo fez ainda um outro filme, Vereda de Salvação (1964), baseado em peça de Jorge de Andrade, com o qual foi indicado ao Urso de Ouro do Festival de Berlim, mas que não obteve reconhecimento tão grande quanto sua obra-prima.

Confira abaixo os trabalhos de Anselmo Duarte como diretor, roteirista e ator:

Diretor:
Os Trombadinhas (1979)
O Crime do Zé Bigorna (1977)
Já Não Se Faz Amor Como Antigamente (1976)
Ninguém Segura Essas Mulheres (1976)
O Descarte (1973)
Um Certo Capitão Rodrigo (1971)
O Impossível Acontece (1969)
Quelé do Pajeú (1969)
Vereda de Salvação (1964)
O Pagador de Promessas (1962)
Absolutamente Certo (1957)

Roteirista:
O Caçador de Esmeraldas (1979)
O Crime do Zé Bigorna (1977)
Já Não Se Faz Amor Como Antigamente (1976)
Ninguém Segura Essas Mulheres (1976)
O Descarte (1973)
Independência ou Morte (1972)
Um Certo Capitão Rodrigo (1971)
O Impossível Acontece (1969)
Quelé do Pajeú (1969)
Vereda de Salvação (1964)
O Pagador de Promessas (1962)
As Pupilas do Senhor Reitor (1961)
Absolutamente Certo (1957)
Depois Eu Conto (1956)
Carnaval em Marte (1955)
Amei um Bicheiro (1952)
Carnaval no Fogo (1949)

Ator:
Brasa Adormecida (1987)
Tensão no Rio (1982)
Feijão Maravilha (1979)
Embalos Alucinantes (1978)
Paranóia (1976)
Já Não Se Faz Amor Como Antigamente (1976)
Ninguém Segura Essas Mulheres (1976)
A Casa das Tentações (1975)
A Noiva da Noite (1974)
O Marginal (1974)
Independência ou Morte (1972)
A Madona de Cedro (1968)
Juventude e Ternura (1968)
O Caso dos Irmãos Naves (1967)
A Espiã Que Entrou em Fria (1967)
As Pupilas do Senhor Reitor (1961)
Un rayo de luz (1960)
O Cantor e o Milionário (1958)
Absolutamente Certo (1957)
Arara Vermelha (1957)
Depois Eu Conto (1956)
O Diamante (1956)
Carnaval em Marte (1955)
Sinfonia Carioca (1955)
Sinhá Moça (1953)
Veneno (1952)
Apassionata (1952)
Tico-Tico no Fubá (1952)
Maior Que o Ódio (1951)
Aviso aos Navegantes (1950)
A Sombra da Outra (1950)
Pinguinho de Gente (1949)
O Caçula do Barulho (1949)
Carnaval no Fogo (1949)
Terra Violenta (1948)
Inconfidência Mineira (1948)
Querida Susana (1947)
Não Me Digas Adeus (1947)


10° Projeta Brasil Cinemark


Dia 09 de Novembro não será uma Segunda-Feira comum. O Cinemark realizará nessa data
a 10ª edição do Projeta Brasil, no qual teremos um dia inteiro com os melhores filmes nacionais em todos os Cinemas da rede Cinemark no país e custará apenas R$ 2,00 o ingresso.

Toda sua renda será revertida para projetos ligados à indústria cinematográfica brasileira, como premiação de curtas-metragem, apoio a festivais, restauração de cópias, realização de campanhas e outros.

Programe-se para no 09 de Novembro além de assistir o melhor do cinema nacional, você ainda vai incentivar e colaborar com nosso país no setor cinematográfico.


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Veja os trailers no Youtube:
http://www.youtube.com/user/ProjetaBRCinemark

Mais informações:
http://www.cinemark.com.br/acao/projetabrasil.html